Domingo é Dia dos Pais. Longe ou perto, o laço de sangue é o que importa. Os filhos acham jeitos diferentes de comemorar a data. Mas seja qual for a maneira, o importante é demonstrar amor.
O trabalho sempre distanciou o caminhoneiro Nadir Balbinot dos três filhos. A família vive em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Ele na boléia do caminhão pelas rodovias do país,as fotos no telefone celular ajudam a matar a saudade. Caminhoneiro há 27 anos, Nadir aprendeu a conviver longe dos filhos, mas sem deixar de lado o amor de pai.
Domingo é dia para o filho dar aquele abraço apertado no pai, fazer um carinho, dizer o quanto ele é especial. Mas muitos vão estar bem longe, a milhares de quilômetros de distância um do outro.
Bernardo Miranda deixou a família no Norte para trabalhar como cortador de cana no interior de São Paulo. Ele é pai de três adolescentes. O único contato com as meninas que estão no Piauí é pelo telefone. Domingo infelizmente não vai ser diferente. A vida longe de casa não é fácil e para não sofrer ainda mais, Bernardo preferiu não carregar fotos das filhas.
É principalmente por conta do trabalho que muitos pais e filhos vão passar o domingo separados. O porteiro Ricardo, de Sorocaba, já conversou com a filhinha de 5 anos e explicou que vai ter de trabalhar durante o dia.
O Dia dos Pais do jogador de vôlei Ricardinho, este ano, vai ser diferente. Depois de uma longa temporada fora do país, ele voltou a jogar no Brasil, está em Araçatuba e vai passar o domingo ao lado das filhas, Bianca e Júlia.
Mas o domingo pra ele vai ser ainda mais especial. Luiz Bermudez Garcia, o pai de Ricardinho, viajou cerca de 500 quilômetros só pra estar ao lado do filho.
Na região de Itapetininga, pais ganham presentes inusitados. Confira: